Notícias no distrito de Évora

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2018-02-18 06:22 - A Defesa
Victor Bet Tamraz, Amin Afshar Naderi e Hadi Asgari foram condenados a dez anos de prisão por “actividades ilegais da igreja” praticadas “em casa”. Um deles recebeu mais cinco anos por “blasfémia”. Os três interpuseram recurso desta sentença, mas o julgamento, que deveria ter ocorrido no domingo, dia 4 de Fevereiro, foi adiado.
Este caso está a preocupar especialistas em direitos humanos das Nações Unidas, por indicarem um “padrão perturbador” do funcionamento da justiça no Irão em que se põe em causa a prática religiosa das minorias.
Segundo a ONU, outros casos mostram “que membros da minoria cristã receberam sentenças pesadas depois de terem sido acusados de ‘ameaçar a segurança nacional’ seja por converter pessoas, seja por participar de igrejas domésticas”.
Perante esta situação, diversos especialistas em direitos humanos da ONU pediram ao Irão “que assegurasse uma audiência final justa e transparente” para estes três cristãos iranianos que aguardam agora a marcação de uma nova data para comparecerem no Tribunal Revolucionário de Teerão.
Os especialistas da ONU, Ahmed Shaheed, Relator especial para as questões de liberdade religiosa e de crença; Asma Jahangir, Relator da ONU para o Irão; Fernand de Varennes, Relator especial para as questões das minorias; e Dainius Pūras, relator especial para o direito à saúde, notificaram o governo de Teerão em relação a este caso, manifestando a sua preocupação para o caso concreto destes três cristãos assim como outros que têm estado a ser julgados no país.
“Estamos profundamente preocupados com as longas penas de prisão impostas numa audiência anterior sobre Victor Bet Tamraz, Amin Afshar Naderi e Hadi Asgari” bem como – escreveram os especialistas das Nações Unidas – com “acusações similares que, de acordo com as autoridades, equivale a agir contra a segurança nacional, completamente ao contrário às obrigações internacionais do Irão no âmbito do direito internacional”.
Num comunicado tornado público no início do mês de Fevereiro, os quatro especialistas da ONU disseram que estavam também “preocupados com a falta de cuidados de saúde disponibilizados” para estes cristãos e apelaram “firmemente” ao governo para garantir que “a audiência de revisão final seja justa e transparente, de acordo com as obrigações do Irão no âmbito do direito internacional dos direitos humanos”.
Para estes responsáveis das Nações Unidas, o julgamento destes três cristãos “mostra um padrão perturbador de indivíduos que são alvo” da justiça “por causa de sua religião ou crenças, neste caso trata-se de uma minoria religiosa no país”, acrescentando que “os membros da minoria cristã no Irão, particularmente aqueles que se converteram à fé, enfrentam severas discriminações e perseguições religiosas”.
Pedindo às autoridades que assegurem um julgamento justo neste caso, os relatores das Nações Unidas solicitam também que o governo de Teerão liberte “imediata e incondicionalmente” todas as pessoas “que foram detidas por exercerem seu direito à liberdade de religião ou crença”.
No último relatório sobre a perseguição aos cristãos no mundo, editado em Novembro do ano passado, editado em Outubro do ano passado pela Fundação AIS, refere-se também a situação extremamente grave que se vive neste país no que diz respeito à perseguição aos cristãos.
Nesse documento, intitulado “Perseguidos e esquecidos” a Fundação pontifícia sublinha o “agravamento do sentimento anti-cristão nos meios de comunicação social e proliferação de publicações anti-cristãs” no Irão.
Além disso, pode ainda ler-se no relatório, “a Igreja vê as suas terras confiscadas, recusa de vistos, controlo a alvos específicos e tácticas de intimidação”.
Também em Julho do ano passado, outra entidade, o Centro de Direitos Humanos no Irão”, que tem sede em Nova Iorque, alertava para o número crescente de cristãos detidos neste país, havendo, tal como agora foi afirmado pelos relatores das Nações Unidas, uma “tendência perturbadora” de prisões de cristãos no Irão, especialmente de “pessoas recém-convertidas ao cristianismo”. 
Hadi Ghaemi, director-executivo do referido Centro, afirmou que, “em menos de dois meses, onze cristãos convertidos” foram condenados a “longas penas de prisão”, havendo ainda a considerar o caso de um antigo líder da Igreja Pentecostal assíria, que terá sido também sentenciado.
Segundo as leis islâmicas aplicadas actualmente no Irão, um muçulmano que decida converter-se para outra religião enfrenta pena de prisão e, em alguns casos, a própria pena de morte. A questão da perseguição aos cristãos no Irão reflecte-se também na discriminação a que estão sujeitos na vida corrente.
No último “Relatório sobre Liberdade Religiosa no Mundo”, referente a 2016, a Fundação AIS denunciava que, os cristãos assim como todos os “não-muçulmanos estão excluídos de cargos políticos superiores ou de cargos militares, não podendo igualmente servir nos serviços judiciais e nos serviços de segurança”, entre outros.
2018-02-18 05:57 - A Defesa
A Irmã Myri, a jovem religiosa portuguesa que vive no Mosteiro de São Tiago Mutilado, em Qara, na Síria, perto da fronteira com o Líbano, confirma, em declarações enviadas recentemente para a Fundação AIS, que persiste o clima de guerra na região de Damasco, com ataques frequentes contra a comunidade cristã.
Maria de Lúcia Ferreira, que irá fazer 38 anos em Maio e que pertence à Congregação das Monjas da Unidade de Antioquia, e que é conhecida simplesmente como Irmã Myri, afirmou, na mensagem enviada para a Fundação AIS, que os combates “incidem sobre bairros habitados por cristãos” na região de Damasco e que são o resultado do esforço do exército sírio para libertar por completo a região de milícias armadas.
Perante o avanço das forças de Damasco – acrescenta esta religiosa portuguesa – “os jihadistas lançam roquetes, e bombardeamentos sobre os vários bairros” em torno da capital. Muitas vezes, reconhece a Irmã Myri, esses bombardeamentos “provocam mártires, mas, de vez em quando, há milagres”.
Na sua mensagem, a religiosa conclui que “a situação na região de Damasco não é muito boa, pois o governo tem procurado avançar sobre as áreas ainda sob o controlo do ISIS (o auto-proclamado ‘Estado Islâmico’) ou de outras milícias”, especificando que esses combates têm ocorrido “sobretudo na região este e um pouco ao sul” da cidade capital da Síria.
Segundo a Irmã Myri, há registo de ataques pelos menos nos bairros de Jobar, Al Midan, Jaramana, Dwel’a e Bap tuma.
Estas declarações ocorrem na mesma altura em que o Cardeal Mario Zenari, Núncio Apostólico em Damasco, em entrevista concedida ao jornal L’Osservatore Romano, descreve também um ambiente de guerra e de caos na região de Damasco.
Segundo este prelado, a Síria é ainda um “campo de batalha”, que compara a um “dilúvio de fogo” que está a criar uma situação insustentável para a população civil. “Nestes últimos dias, é preciso estar atento inclusivamente para se sair de casa”.
O cardeal descreve também zonas da cidade de Damasco em que os combates estão a condicionar fortemente a vida das pessoas e “há realmente muito medo”, a tal ponto que “muitos pais decidiram não mandar mais as crianças para a escola”.
O Cardeal Zenari afirma ainda, na entrevista ao jornal oficial do Vaticano, que “os dias passam sob as bombas e entre o fogo cruzado” e que, em consequência disso, “as ajudas humanitárias” só chegam “a conta-gotas”.
Na sua descrição revela-se um ambiente dramático. “As pessoas sobrevivem cozinhando sopas feitas com as folhas das árvores, de ervas. É impressionante. Além das bombas e dos disparos, as pessoas não têm o que comer. As imagens são terrificantes.  Cerca de 70% da população síria vive em condições de extrema pobreza.”
Já no final de Janeiro, a Fundação AIS dava conta de bombardeamentos que atingiram a capital síria e que provocaram, então, pelo menos nove mortos e dezenas de feridos.
Nesses bombardeamentos, que visaram também zonas historicamente cristãs, algumas igrejas foram atingidas, tendo sido danificado seriamente o edifício da catedral. Dias antes, o Arcebispo Maronita D. Samir Nassar escapava milagrosamente a um bombardeamento quando um morteiro caiu no seu quarto, de onde se tinha ausentado instantes antes.
Estes novos combates na capital da Síria têm passado despercebidos na Imprensa internacional como se o conflito bélico estivesse já sanado.
O Núncio Apostólico em Damasco lamenta que assim seja. Na entrevista ao jornal do Vaticano, o prelado reconhece que a derrota do auto-proclamado “Estado Islâmico” significou apenas a erradicação de parte do problema, pois “todos os que estão presentes no país com bandeiras, homens e armas não têm um acordo entre si”.
E acrescenta: “Há uma espécie de todos contra todos… Não se pode esquecer a Síria! Estamos a viver um momento muito grave. Os esforços diplomáticos das Nações Unidas na busca de acordos devem ser amparados. O mundo não deve esquecer este sofrimento. Um sofrimento que atinge sobretudo os civis e, de modo especial, as crianças.”
Também o Papa Francisco voltou a lembrar a situação extremamente complexa que se vive neste país, ao incluir “a amada Síria” na jornada de oração e jejum que convocou para o próximo dia 23 de Fevereiro, jornada que, inicialmente, se destinava à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul, como exemplo de países que sofrem por causa da guerra.
Na mensagem que enviou agora à Fundação AIS, também a Irmã Myri pede, face à gravidade da situação que se vive na região de Damasco, “a oração de todos”.

Foto © DR | Veja a situação da liberdade religiosa na SÍRIA no RELATÓRIO SOBRE A LIBERDADE RELIGIOSA

Departamento de Informação da Fundação AIS | ACN Portugal
2018-02-18 04:29 - A Defesa
Pelo menos 60 pessoas morreram em apenas nove dias (de 2 a 10 de Fevereiro) em resultado de conflitos no leste da República Democrática do Congo.
Segundo a Diocese da Província de Ituri, citada pela agência de notícias EFE, esta onda de violência provocou ainda a fuga de milhares de pessoas (vinte mil deslocados internos, recenseados pela Caritas Bunia, e 60 mil refugiados no Uganda), e terão sido queimadas mais de duas mil casas.

O Bispo de Bunia, D. Dieudonné Uringi, afirmou, em comunicado, que a Igreja não pode permanecer em silêncio diante da “escalada de violência e desordem na região”, tendo denunciado a passividade com que as autoridades reagiram a estes incidentes.

Estes incidentes na República Democrática do Congo são o resultado da recusa do Presidente Joseph Kabila em abandonar o cargo, depois de o seu mandato ter terminado em Dezembro de 2016.

A Conferência Episcopal do país tem denunciado o clima de violência contra os cristãos, tendo-se registado, inclusivamente, adetenção de sacerdotes, como, aliás, a Fundação AIS noticiou recentemente em relação ao Padre Sebastian Yebo.

A situação complexa, violenta e trágica que se vive na República Democrática do Congo tem sido também denunciada pelo Santo Padre, que convocou para 23 de Fevereiro um “Dia de Jejum e Oração pela Paz”, para este país assim como para o Sudão do Sul, afirmando que, perante a continuação de tantos conflitos em tantas partes do mundo, é necessário agir e rezar.

Na mensagem em que convocou os católicos e todas as pessoas de boa vontade para esta jornada de oração e jejum, o Pontífice lançou um apelo à consciência da humanidade. “O que eu posso fazer pela paz? Certamente podemos rezar; mas não só. Cada um pode dizer concretamente ‘não’ à violência naquilo que depender dele ou dela. Porque as vitórias obtidas com a violência são falsas vitórias; enquanto trabalhar pela paz faz bem a todos!”

E o desafio foi lançado mesmo a todas as pessoas em todo o mundo. “Como em outras ocasiões similares – afirmou o Santo Padre no domingo, dia 4 de Fevereiro –, convido também os irmãos e irmãs não católicos e não cristãos para se associarem a esta iniciativa da maneira que considerarem mais oportuna, mas todos juntos.”Foto © DR | Veja a situação da liberdade religiosa na RDCONGO no RELATÓRIO SOBRE A LIBERDADE RELIGIOSA


Departamento de Informação da Fundação AIS | ACN Portugal
2018-02-17 06:50 - A Defesa
Fotos: CM-Monforte Por ocasião das Comemorações do Dia Mundial da Luta Contra o Cancro, que se assinalou a 4 de fevereiro, e no âmbito do plano curricular da Disciplina de Saúde, lecionada na Universidade Sénior do Município de Monforte pelas Enfermeiras Sandra Ideias e Aldina Rasquinho, da UCC (Unidade de Cuidados na Comunidade de Monforte), foi preparada, em torno da temática, uma aula aberta a toda a população que decorreu no passado dia 8, no auditório do CEFUS (Centro de Educação, Formação e Universidade Sénior), convidando Maria de Jesus Vieira da Silva, voluntária do Movimento Vencer e Viver do Grupo de Apoio de Portalegre da Liga Portuguesa Contra o Cancro, a falar sobre a sua “história de superação do Cancro”. Acompanhada por Filipa Carrilho, funcionária do Grupo de Apoio de Portalegre, Jú Silva (como gosta de ser apelidada) fez um relato emocionante sobre a sua experiência na luta contra o Cancro que deixou todos os presentes muito sensibilizados, em particular aqueles que já passaram por situações idênticas.
Este encontro com as representantes do referido Movimento serviu também para prestar alguns esclarecimentos sobre as atividades desenvolvidas pelo grupo de apoio de Portalegre, especificando que uma das suas principais missões é dar apoio ao doente, familiares e amigos.
A aula incluiu ainda uma sessão de sensibilização sobre a “Importância da Prevenção do Cancro” orientada pela Enfermeira Sandra Ideias e que contou com a participação de Cátia Nunes, Henrique Brás e Leonor Almeida, alunos do Curso de Enfermagem da Escola Superior de Saúde de Portalegre.
2018-02-17 06:07 - A Defesa
A exposição 9 artistas / 9 mundivivências: artes visuais da Trema foi inaugurada no passado dia 10 de Fevereiro, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.A mostra está patente até 15 de abril de 2018, com pintura, fotografia e escultura de artistas representados por uma das mais prestigiadas galerias de arte de Lisboa. São na sua maior parte artistas emergentes ou já consagrados, que estão no circuito das artes plásticas nacionais e internacionais. Trata-se de uma mostra comissariada pelo galerista Pedro Loureiro.
Esta iniciativa é uma organização da Câmara Municipal de Estremoz e da Galeria Trema.
2018-02-17 05:18 - A Defesa
Dia 18 de fevereiro, pelas 16:00 horas, no Teatro Bernardim Ribeiro, irá acontecer uma atuação da TAUC - Tuna Académica da Universidade de Coimbra.
Este espetáculo faz parte duma série de atuações que a TAUC está a realizar pelo Alentejo, em homenagem o Dr. António Simões de Carvalho Barbas, ilustre elvence, que foi o primeiro maestro e impulsionador da TAUC.

A iniciativa, de entrada gratuita, tem no programa as atuações da Tuna Académica da UC, do Big Band Rags e da Serenata de Coimbra, sendo uma produção da TAUC, com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
2018-02-17 05:04 - A Defesa
A Câmara Municipal de Évora tomou conhecimento, através da Vereadora Sara Fernandes, dos principais eventos que marcaram a passada semana em Évora: o Desfile de Carnaval e o Portugal “O” Meeting. Este último é o maior evento do calendário de Orientação Pedestre da Federação Portuguesa de Orientação e trouxe até Évora mais de 2300 atletas. Foi organizado pela Associação dos Deficientes das Forças Armadas – delegação de Évora e pelo Clube de Orientação com os apoios das Câmaras de Évora e Portel.

No período antes da ordem do dia, o Presidente e Vereadores com Pelouros responderam ainda a várias questões colocadas pelos Vereadores eleitos pelo PS e PSD, nomeadamente sobre acesso de pessoas com mobilidade reduzida ao Teatro Garcia de Resende, ponto de situação do Centro de Acolhimento Turístico e Centro Interpretativo, linha ferroviária de mercadorias Sines/Caia, liderança da CIMAC e acordo ACEP, entre outras.

Foi aprovada por unanimidade a subscrição da petição “Pela Assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela Paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!”, lançada pelo Conselho Português para a Paz e a Cooperação, que pode ser encontrada em http//peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares
Esta petição vem no seguimento da adopção no dia 7 de Julho de 2017 do Tratado de Proibição das Armas Nucleares pela conferência da ONU para negociar um instrumento legalmente vinculativo que proíba as armas nucleares, levando à sua eliminação total. No respeito e espírito da Constituição da República Portuguesa, que se posiciona pelo “desarmamento geral, simultâneo e controlado” -, Portugal deve estar ao lado da paz e das iniciativas que a promovem, como o referido tratado, neste ano em que se comemoram os 100 Anos do Armistício e o contexto internacional é marcado por uma crescente e contraproducente tensão.

Nesta reunião, entre o vasto conjunto de propostas aprovadas por unanimidade, destaca-se ainda os direitos de preferência sobre imóveis no Centro Histórico, os apoios aos agentes culturais, desportivos e sociais (isenção de taxas, cedência de transportes e impressão de materiais gráficos) e as aprovações de pedidos de projetos de particulares referentes à área da gestão urbanística.
2018-02-16 14:15 - A Defesa
A Quaresma, que começou na passada quarta-feira de cinzas, será o tema em destaque no programa Ser Igreja desta terceira semana de Fevereiro. Estaremos à conversa com o cónego Mário Tavares de Oliveira, professor no ISTE - Instituto Superior de Teologia de Évora.No programa desta semana pode também ouvir o Pórtico (a nota da semana), o Espiga Doirada (espaço informativo) e ainda o espaço Palavra na Vida (Leitura e Comentário do Evangelho do próximo Domingo).Não perca este interessante programa que será emitido nesta sexta-feira, a partir das 23h, nas seguintes rádios do Alentejo: Rádio Sim Alentejo em 97.5 FM; Rádio Despertar (Voz de Estremoz) em 94.5 FM; Rádio Campanário (Voz de Vila Viçosa) em 90.6 FM; e Rádio Telefonia do Alentejo (Évora) em 103.2 FM.O programa será também emitido no próximo domingo, às 11h, nas seguintes emissoras: Rádio Elvas, Rádio Campo Maior e Rádio Nova Antena (Montemor-o-Novo).Contudo, esta emissão pode também ser ouvida on-line na página oficial da Arquidiocese de Évora em dioceseevora.pt ou na página de Facebook da Arquidiocese de Évora.
2018-02-16 12:49 - A Defesa
O Comando Territorial de Évora da GNR informou que registou no dia 15 de Fevereiro: 3 acidentes de viação, ambos colisões nas localidades de Reguengos de Monsaraz, Évora e Borba, dos quais resultaram 3 feridos leves.
No que diz respeito a incêndios, foi registado 1 na berma de uma via rodoviárias na localidade de Montemor-o-Novo, tendo ardido apenas pasto.
No âmbito da criminalidade, registaram-se 2 crimes de furto de combustível em Montemor-o-Novo e Mourão, 1 criem de condução sem habilitação legal em Évora em que o suspeito foi detido e 1 crime de burla em rede social em Alcáçovas

No âmbito contraordenacional, registaram-se 76 infrações de trânsito e 2 relativas à legislação ambiental.
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